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Home office permanente é uma tendência explanada pela pandemia

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Home office permanente é uma tendência explanada pela pandemia

O distanciamento social foi um fator decisivo no controle da pandemia que forçou 25,7% das empresas brasileiras a adotarem o home office como logística de trabalho, segundo dados do IBGE de 2020. Este foi só um começo para as empresas se darem conta da importância que este método de atividade tem para a produtividade do colaborador e como isso pode se tornar um recurso financeiro mais saudável para as próprias empresas.  

Nesta última sexta-feira, dia 30, a NQM Comunicação, agência de comunicação corporativa de Curitiba, encerrou seu contrato de aluguel em uma rua comercial de Curitiba após 21 anos e vai adotar um Coworking como endereço fixo e ambiente para reuniões. A empresa viu na pandemia uma oportunidade para que clientes, funcionários e donos saíssem ganhando.  

“Nosso time se mostrou extremamente inteligente e comprometido neste período. Estamos trabalhando dentro do nosso padrão de qualidade, conquistamos os objetivos e crescemos trabalhando remotamente. Foi um período muito incerto e de organização à prova, mas estávamos prontos”, afirma Sérgio Wesley, diretor da NQM Comunicação.

Há um ano de home office, a NQM faz parte do seleto grupo das 6,3% das empresas em funcionamento no Brasil que aumentaram o seu quadro de funcionários durante a quarentena, segundo também dados do IBGE de 2020, e hoje conta com 21 colaboradores e 26 clientes, 4 deles são novos e chegaram durante a pandemia, como Above, Uninter, GFI e MFA.

“Fui o primeiro contratado pela agência durante a quarentena. Não conheço meus companheiros de trabalho presencialmente, mas utilizamos diversas ferramentas digitais que nos aproximam e permitem a troca de ideias. Não era fã do home office, mas confesso que hoje acho muito mais prático, eficiente e econômico trabalhar desta forma”, afirma Otávio Lucca, analista de comunicação da NQM.

Uma pesquisa realizada pela plataforma Workana, em 2020, revelou que 94,2% dos profissionais com carteira assinada gostariam de continuar trabalhando remotamente após a pandemia e 96,7% afirmam que o benefício do home office será um diferencial no momento de aceitar uma nova proposta de trabalho.

Outra pesquisa realizada pela PowWowNow, em 2019, também revela dados impressionantes, 81% das pessoas afirmam que o trabalho flexível tornaria o emprego mais atraente e 79% dos funcionários entrevistados acreditam que trabalhar com flexibilidade os tornaria mais produtivos.

Além da produtividade, o home office também se mostra uma economia de tempo e dinheiro para os funcionários. O governo federal estima que o gasto médio da população nas despesas com transporte chega a 211 reais por mês e uma pessoa perde cerca de 32 dias por ano no trânsito.

“Com a mesma qualidade de trabalho, resultados ainda maiores e colaboradores mais felizes, não tínhamos motivos para bancar um andar inteiro alugado em Curitiba. Agora, temos um espaço em Coworking para realizar reuniões e permitir que colaborardes trabalhem à sua escolha quando quiserem”, afirma Mônica Santanna, diretora da NQM Comunicação.

Entretanto, funcionários também precisar tomar cuidado com a saúde nesta nova empreitada, de acordo com a pesquisa conduzida pela Universidade de Cardiff, aqueles que trabalham em casa gastam mais horas do que se estivessem no escritório e são mais propensos a ir além do que é exigido.

A revista New Technology, Work and Employment, publicou que colaboradores domiciliares podem ter dificuldade para desligar o telefone porque não saem do relógio ou se deslocam à noite no final do dia. Segundo a revista, pouco menos de 44 por cento dos trabalhadores remotos lutam para descontrair e relaxar depois do trabalho.

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