Um bom atleta só entra em campo bem treinado
Todo executivo acha que sabe se comunicar. E, na maior parte do tempo, sabe. O problema é que com a mídia não é uma conversa comum: é um ambiente com regras próprias, onde uma palavra fora do lugar vira manchete, um silêncio pode ser interpretado como culpa e uma resposta bem-intencionada pode gerar a crise que se queria evitar. O media training existe para preparar porta-vozes para esse ambiente, antes que ele chegue sem aviso.
O que é Media Training?
Media Training é um treinamento estratégico que prepara porta-vozes para lidar com a mídia, tradicional ou digital, de forma eficiente, eficaz e segura. Mais do que falar bem, o objetivo é ensinar a construir narrativa, evitar crises e aproveitar oportunidades de exposição.
Os participantes aprendem como funciona uma redação, como uma notícia é produzida, onde jornalistas conseguem informações e como se portar diante da imprensa. Mas o principal aprendizado é ter o controle absoluto sobre a informação.
Por que investir em media training?
Evite crises
Executivos bem treinados evitam crises. Sabem responder todas as perguntas, mesmo as mais difíceis, e não temem as câmeras e nem os repórteres.
Construa reputação de forma eficiente
Utilizar executivos e porta-vozes é uma das maneiras mais eficientes de construir reputação de marca. Seja no universo B2B ou B2C, pessoas gostam de pessoas.
Diretores que sabem se comunicar, interna e externamente, geram valor para a marca. O treinamento potencializa esses resultados, mostrando como evitar crises e aproveitar as oportunidades.
Alinhar discursos e diminuir os ruídos
Saber se comunicar – seja pela escrita ou pela fala – é uma das habilidades mais importantes de um líder.
É importante que o conteúdo dos porta-vozes sempre esteja alinhado ao discurso da marca, gerando coerência e fortalecendo as mensagens-chave. O discurso é ainda mais relevante quando a marca pessoal do executivo está alinhada com a marca da empresa.
Criar marca empregadora
Porta-vozes da marca ajudam a criar a marca empregadora. Afinal, profissionais expostos à mídia, seja a tradicional ou as redes sociais, são vistos como autoridade no seu segmento. Bons profissionais atraem bons profissionais.
Saiba quem tem potencial para ser porta-voz
Uma das descobertas mais valiosas de um media training é identificar quem na empresa tem perfil para falar com a imprensa. Há diretores que se comunicam com naturalidade e clareza, e há outros que, sob pressão, dizem exatamente o que não deveriam. Mapear isso com antecedência evita colocar a pessoa errada na frente das câmeras na hora errada. É comum também que as empresas se surpreendam com perfis inesperados, alguém que se destaca e passa a representar bem a marca.
Quais são os resultados esperados e não esperados?
O principal resultado é desenvolver as habilidades e capacidade de comunicação dos executivos. Além disso, eles irão entender como se portar nas redes sociais e como uma notícia é construída.
Executivos bem treinados estão alinhados com o discurso da marca e estão prontos para lidar com a mídia, mesmo quando precisam responder perguntas difíceis ou sensíveis.
Apesar do treinamento ser intenso, ele não é milagroso. Portanto, um porta-voz que não sabe se comunicar e nem responder as perguntas, não vai se tornar um grande comunicador de uma hora para a outra. É preciso treino e dedicação.
Não existe treinamento que consiga maquiar a realidade ou esconder a verdade. O treinamento simula o ambiente sob pressão de uma entrevista. O que pode acontecer é ficar evidente que as áreas têm respostas diferentes para as mesmas perguntas.
Como é um media training?
O treinamento é dividido em duas fases: a teórica e a prática e costuma durar 8 horas.
O treinamento pode ser realizado de forma presencial ou online. O presencial tende a gerar resultados mais ricos, especialmente na parte prática — a linguagem corporal e a dinâmica de grupo ganham outra dimensão quando todos estão na mesma sala. O formato online funciona bem para grupos menores ou para sessões de atualização.
Na parte teórica, todos participam e o objetivo é entender como uma notícia é construída, como evitar erros e aproveitar oportunidades. O conteúdo aborda exemplos de falas problemáticas que geraram crises, de comportamentos da pessoa física, mas que impactaram a marca em que trabalha. Além disso, há dicas de como se portar, se vestir e se comunicar em uma entrevista.
Já na parte prática, as dinâmicas podem variar de acordo com o tamanho do grupo e o escopo contratado. A ideia é aplicar o que foi aprendido na prática e corrigir na sequência.
Simulação de Entrevista
A gente prepara uma série de questões, normalmente bem difíceis, e grava uma entrevista como se estivesse ao vivo. Depois, em grupo, a gente analisa para ver se as perguntas foram respondidas de forma adequada, se o que foi dito é compreensível e se tem alguma correção de postura.
Não é raro fazer duas entrevistas no mesmo dia, uma no começo e outra no fim. Assim, a gente consegue mapear a evolução de forma mais clara.
Repórter oculto
Um jornalista contratado entrevista os porta-vozes sem que eles saibam que é um exercício. Assim, a gente consegue uma simulação mais próxima da realidade. É bem comum que o porta-voz responda perguntas de maneiras inadequadas, gerando controvérsias que renderiam ótimas manchetes. A gente separa os momentos mais relevantes para mostrar os acertos e erros.
Importante: Essa dinâmica só é realizada com consentimento prévio da empresa e em ambiente controlado. O objetivo é gerar aprendizado real, não constrangimento.
Quem deve participar e com que frequência?
Todos os porta-vozes da empresa devem participar, mas também cargos da diretoria que se comunicam com fornecedores, clientes e colaboradores. Aprender a se comunicar, mesmo sem ser com jornalistas, é uma habilidade essencial para evitar crises.
Mas além do cargo, o que define quem deve estar na sala é o perfil. É um bom momento para testar quem parece ter o potencial de ser porta-voz, mas ainda não é. Esse é um ambiente controlado e pode colocar a prova qualquer dúvida.
Quanto à frequência: media training deve ser repetido anualmente. Afinal, prática leva à perfeição. Além disso, a comunicação muda com muita frequência surgindo novos formatos para se comunicar, novos comportamentos e novos temas relevantes para a sociedade. Por fim, os porta-vozes da empresa também mudam e relembrar as boas práticas de uma entrevista não faz mal a ninguém.
O seu time está preparado para falar com a Imprensa?
A NQM realiza media trainings para executivos e porta-vozes de empresas de todos os portes. Com background jornalístico e relacionamento com a imprensa, a gente prepara o seu time para responder bem — inclusive as perguntas difíceis. É só chamar a gente.